Moisés, O Libertador

Por Julio Cesar De Lima
(Ir. Pascal, Obl. OSB)

Moisés é considerado patriarca do Judaísmo. Ele nasceu no Egito, entre 1900 e 1300 a.C.. Seu nome significa “aquele que foi retirado das águas”. Seus pais Amram e Jocabed estavam entre os milhares de escravos hebreus que trabalhavam na construção de pirâmides, templos e obeliscos. Temeroso de que a população de hebreus crescesse demais, o faraó egípcio ordenou que todos os bebês hebreus do sexo masculino fossem mortos. Moisés, então, foi colocado às margens do rio Nilo para que a filha do faraó o encontrasse. Assim, ela o adotou e criou no luxo e no esplendor do palácio real. Ao descobrir suas origens, matou um capataz egípcio que maltratara um escravo. O crime foi descoberto e Moisés fugiu. Casou-se com Zipora, com quem teve dois filhos. Contudo, nunca esqueceu seu povo no Egito. Certo dia aproximou-se de um arbusto que queimava sem ser consumido. Ali, conheceu o Deus Javé que lhe mandou libertar seu povo. Moisés obedeceu. Diante da recusa do faraó, Deus enviou uma série de pragas que devastaram o reino. O faraó, então, permitiu que Moisés e os hebreus partissem. Arrependido, imediatamente perseguiu-os até o Mar Vermelho, onde suas tropas foram afogadas. Por muitos e muitos anos, entre erros e acertos, Moisés conduziu os hebreus rumo à Terra Prometida por Deus. E, como mais uma prova de amor, Deus entregou-lhes dez ensinamentos para que fossem completamente felizes.

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